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Enviar correspondência
para: cartas@confluencias.net |
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| Com muito agrado, li na vossa revista o artigo «Traduzindo Fitness na Teoria da Complexidade», de Maria João B. Reis, ao qual fui conduzida por uma pesquisa no Google sobre teoria da complexidade. A minha curiosidade advém de me encontrar a trabalhar sobre o conceito de competências e ter percebido em alguns artigos que havia uma relação entre este conceito e a teoria da complexidade. De certa maneira, ler este artigo ajudou-me a ir mais longe, ao encontro da raiz do problema, podendo assim entender o que muitos autores referiam quanto à polissemia do termo «competência». De facto, pude perceber que o conceito de competência está também associado aos estudos da teoria computacional, tornando ainda mais interessante a aplicabilidade do termo à educação e formação. Permita-me ainda fazer uma nota sobre a necessidade
de haver em Portugal traduções de artigos especializados na área da
educação, fazendo aqui apelo à minha área de especialização, a avaliação
educacional. Recorro com regularidade a revistas online e a
pedidos de livros vindos de outros países. No entanto, sei de muitos
colegas que, não dominando uma língua estrangeira, não investem nos
estudos especializados. |
Reconheço a importância de dominar uma língua estrangeira, mas também reconheço que facilitar o conhecimento e a informação é igualmente fundamental no contexto sócio-económico actual; um contexto que privilegia o desenvolvimento de competências e, como alguns autores referem, da economia do saber. Esta é uma pequena nota de preocupação de quem, estando mais desperta, se apercebe das dificuldades de bons professores que, com mais acessibilidade ao conhecimento, poderiam melhorar as práticas avaliativas, contribuindo para a inovação e mudança da educação no nosso país. |
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| Alda Ribeiro Educadora de Infância, Licenciada em Ciências da Educação e Mestranda em Avaliação das Aprendizagens no Ensino Superior |
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